Era uma vez o silêncio, e ele tinha um irmão gêmeo. O Primeiro silêncio sempre foi envergonhado, um silêncio legal e convincente. Já o segundo silêncio era calculista, mostrava desinteresse e mentia.
Longe dali crescia o amor e o conselho, o amor passou desde pequeno perguntando coisas para o conselho
sobre encontrar seu verdadeiro amor. Amor encontrou a mentira, a falsidade, a insegurança, e nunca achou o seu outro amor. Infeliz com a busca, partiu para viajar com o conselho à procura do seu amor,
viajou muitos dias até chegar em uma aldeia que só tinha um casebre.
Eles bateram palmas, e atendeu a porta dois irmãos gêmeos, os silêncios.
Eles escreveram em um papel que se apaixonaram pelo amor, o conselho disse ao amor que existe um silêncio verdadeiro e um silêncio falso. Só que o amor estava tão emocionado de o conselho ter falado que o silêncio poderia ser um par perfeito para o amor, que resolveu escolher a dedo.
O amor levou a sua vila um dos silêncios, e o conselho se sentiu orgulhoso, lá na vila vazia com um casebre ficava o outro silêncio, ele estava triste.
Passou muitos anos, e o amor engravidou de 2 filhos, e eles foram crescendo até virarem mentira e trapaça.
O amor sem entender, o que estava acontecendo, chamou o conselho e voltaram a antiga vila, chegando lá , se depararam com a vila muito pior, e o casebre caindo aos pedaços, e viram o silêncio na porta. O amor desesperado, perguntou ao silêncio porque ele não disse que era o silêncio bom, e o silêncio escreveu:
"Amor, desde que eu te vi, me apaixonei, meu irmão com inveja, mentiu que se apaixonou por ti, mas como tu estavas na busca incansável por sua alma gêmea, que escolheu com os olhos, e não com o coração, se a gente se conhecesse antes, um pouco, e eu te cativasse, tu iria ler nos meus olhos se eu estava te amando ou mentindo. Mas como tu estavas tão feliz com meu irmão saindo da vila, que achei que era o melhor
para ti."
@Artur_MOR






