Uma palavra tão conhecida a até 2 anos atrás na minha vida, e que agora quando pronunciada não me traz espanto.
Acho que eu cresci muito e fortaleci minhas bases desde quando eu namorei com a Júlia. Quando eu perdi ela, ela me disse muitas coisas, coisas que ela já tinha me dito e mais algumas que estavam entaladas. Cobrou de mim, e eu não entendia, muito menos via que faltava alguma coisa.
Foi um choque emocional pra mim, me manteve mais aberto, sincero e necessitado da minha mãe.
Minha mãe e o ocorrido, o que eu senti quando a Júlia me disse tanta coisa, me fez lutar pelas coisas que eu quero sem esperar retorno.
Só que esse "sem esperar retorno" é a parte mais difícil.
Se eu quero eu faço, não consigo viver de outra maneira agora, como vou conseguir o que eu quero, o que eu desejo se eu nem vou atrás ou faço questão?
Júlia me dizia toda a hora a mesma coisa, e eu só conseguir entender, assimilar isso tudo, quando eu perdi.
É... E a vida continua sempre assim, tentamos mostrar aos nossos filhos, sobrinhos, amigos, tudo que é ruim, o que é errado, o que não se deve e o que se deve fazer.
Não sei se felizmente ou infelizmente aprendemos sozinhos.
Foi assim que nossos pais aprenderam, mesmo quando nossos avós insistiam em falar coisas para eles.
Talvez seja felizmente, pois aí vai estar a moral da vida, viver. Cada um vivendo , e aprendendo com suas próprias conclusões.
Talvez seja infelizmente, pois se seguirmos o que nos falam, tanto do que é certo, quanto o que é errado, talvez não iriamos nos machucar.
Mas que graça teria a vida se não fosse a gente que vivesse a nossa? Sentindo coisas boas ou ruins, alegrias ou tristezas?
Quero Liberdade, quero alegria.
Então vive, sem medo e vai atrás do que tu quer.
Porque é isso que eu vou fazer.
@Artur_MOR
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