E tudo novo de novo, será que é mesmo assim?
Ele vive no seu jeito de pensar de mais e arriscar de menos.
Muda, muda, muda. Cura, cura, cura. Esse passado ingrato precioso e amado.
Não desgruda, fica preso na carapaça, por mais que ande de lado de frente e de costas, por mais que as ondas balancem ele, isso não muda.
Tem tanta coisa que ele poderia carregar na carapaça que são mais saudáveis e mais importantes do que um passado, um simples passado.
Ai é o problema, pra ele o passado nunca foi simples, sempre marcante, sempre importante, servindo de melhorias em coisas que poderiam ter sido feitas antes e que poderia ter mudado o futuro.
E tudo novo de novo, será que é melhor assim?
De novo vivendo dos "serás" e dos "se".
Vai arriscar, vai ser feliz, se ta bom assim e ta fazendo bem, que mal tem?
Parece que procura algo pra estragar ou um passado pra se lembrar.
@Artur_MOR
